{"id":339932,"date":"2023-03-31T12:55:48","date_gmt":"2023-03-31T15:55:48","guid":{"rendered":"https:\/\/brasiliaeducacional.com.br\/?p=339932"},"modified":"2023-03-31T13:15:06","modified_gmt":"2023-03-31T16:15:06","slug":"mulheres-quando-o-assunto-e-equidade-onde-estamos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/faculdadeunibras.com.br\/santaines\/mulheres-quando-o-assunto-e-equidade-onde-estamos\/","title":{"rendered":"Mulheres: quando o assunto \u00e9 equidade, onde estamos?"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; admin_label=&#8221;section&#8221; _builder_version=&#8221;4.16&#8243; da_disable_devices=&#8221;off|off|off&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; da_is_popup=&#8221;off&#8221; da_exit_intent=&#8221;off&#8221; da_has_close=&#8221;on&#8221; da_alt_close=&#8221;off&#8221; da_dark_close=&#8221;off&#8221; da_not_modal=&#8221;on&#8221; da_is_singular=&#8221;off&#8221; da_with_loader=&#8221;off&#8221; da_has_shadow=&#8221;on&#8221;][et_pb_row admin_label=&#8221;row&#8221; _builder_version=&#8221;4.19.0&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221; width=&#8221;100%&#8221; width_tablet=&#8221;100%&#8221; width_phone=&#8221;90%&#8221; width_last_edited=&#8221;on|desktop&#8221; max_width=&#8221;1280px&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.16&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.19.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; text_font=&#8221;|600|||||||&#8221; text_font_size=&#8221;18px&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p><strong><i>N\u00fameros colocam em cheque vis\u00e3o de que estamos avan\u00e7ados em garantir os direitos femininos\u00a0<\/i><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Parece n\u00e3o ser muito palat\u00e1vel hoje, do ponto de vista da percep\u00e7\u00e3o social majorit\u00e1ria, elencar discursos de superioridade masculina de forma aberta e irrestrita. Embora o sexismo ainda exista &#8211; e incomode muita gente, s\u00e9culos de luta feminista parecem ter cooptado a opini\u00e3o p\u00fablica o bastante para derreter argumentos assumidamente machistas e contra os direitos das mulheres. De forma direta, se levantar contra os direitos femininos parece retr\u00f3grado, e por isso, sujeito a desprezo e rejei\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mas se a vis\u00e3o for ampliada, n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil perceber claras exce\u00e7\u00f5es \u00e0 regra. Todos os dias, mulheres de todas as partes do mundo, mesmo das regi\u00f5es mais progressistas, est\u00e3o sujeitas ao preconceito, \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o e \u00e0 discursos de \u00f3dio. Para al\u00e9m dos exemplos absurdos de explora\u00e7\u00e3o, ass\u00e9dio e abusos, e de forma mais contida, dos malef\u00edcios do preconceito velado, baseado em suposi\u00e7\u00f5es infundadas, que precisam ser desconstru\u00eddas; n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil perceber que, por tr\u00e1s de discursos aparentemente avan\u00e7ados, existe ainda um abismo quando o assunto \u00e9 equidade entre homens e mulheres.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No debate sobre a situa\u00e7\u00e3o das mulheres, a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) provocou espanto h\u00e1 algumas semanas ao apontar que, para um perfeito equil\u00edbrio entre homens e mulheres no planeta, no ritmo empregado atualmente, ser\u00e3o necess\u00e1rios cerca de 300 anos. A conclus\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o vem na esteira de novos estudos que apontam desigualdades estrondosas, falta de acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e meios de comunica\u00e7\u00e3o, como a internet; al\u00e9m de h\u00e1bitos sexistas, abusivos e excludentes e pol\u00edticas p\u00fablicas discriminat\u00f3rias, muitas vezes refor\u00e7adas pelo fundamentalismo religioso.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os estudos da ONU apontam uma desacelera\u00e7\u00e3o na implementa\u00e7\u00e3o de equidade de g\u00eanero, sobrepondo os saltos da segunda metade do s\u00e9culo 20 \u00e0 uma leni\u00eancia desses mesmos avan\u00e7os nas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo 21. A conclus\u00e3o \u00e9 que estamos retrocedendo, e isso \u00e9 o inverso da percep\u00e7\u00e3o social e da ideia vendida pelos setores p\u00fablico e privado.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>N\u00fameros\u00a0<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Detalhando melhor seu estudo, o documento da ONU aponta fatores que travam o avan\u00e7os em rela\u00e7\u00e3o ao equil\u00edbrio entre os g\u00eaneros. Cita explicitamente a situa\u00e7\u00e3o das mulheres no Afeganist\u00e3o, sob o regime do talib\u00e3; o retrocesso de direitos reprodutivos e sexuais, e a fraca inclus\u00e3o de mulheres no mercado de trabalho, inclusive em \u00e1reas muito importantes para a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Olhando de forma mais espec\u00edfica para o Brasil, a equidade tamb\u00e9m \u00e9 uma pauta espinhosa. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostras de Domic\u00edlio Cont\u00ednua (PNAD) de 2019, as mulheres formam 51,8% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. No entanto, de acordo com estudo da FGV, em 2021, a taxa de ocupa\u00e7\u00e3o feminina no mercado de trabalho era cerca de 20% inferior que a masculina.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O mesmo acontece no espectro pol\u00edtico: enquanto as mulheres brasileiras formaram cerca 53% do eleitorado no pleito de 2022, elas representaram somente 33% dos candidatos, e\u00a0 18% dos parlamentares eleitos. Sendo maioria dos eleitores desde os anos 1990, e apresentando crescimento de 2,2% no n\u00famero de candidaturas femininas em 2022, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), essa alta est\u00e1 apresentando sinais de enfraquecimento, considerando que o crescimento foi de 13,3% de 2014 a 2018, e de mais de 60% no per\u00edodo entre 2010 e 2014.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No poder executivo, a gest\u00e3o atual apresenta o recorde de 11 ministras, mas longe das 19 que seriam necess\u00e1rias para ter igualdade aos homens num universo de 38 minist\u00e9rios. Dos 38 chefes de Estado do Brasil at\u00e9 hoje, entre eleitos democraticamente ou empossados por movimentos revolucion\u00e1rios, golpes ou ditaduras, houve somente uma mulher. No Judici\u00e1rio, o Superior Tribunal Federal tem somente 2 ministras, com outros 9 ministros homens.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mesmo sendo maioria na educa\u00e7\u00e3o, com a virada verificada na d\u00e9cada de 1990, elas ainda se destacam menos que os homens, ainda que mais qualificadas. Em 2020, quase 668 mil mulheres conclu\u00edram uma gradua\u00e7\u00e3o no ensino superior no pa\u00eds, contra cerca de 260 mil homens, de acordo com o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, segundo o IBGE, somente 23% dos cargos de diretoria e ger\u00eancia no pa\u00eds s\u00e3o ocupados por elas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ainda de acordo com estudos da consultoria IDados, com base nos estudos do IBGE, mulheres ganham cerca de 20% menos que os homens no pa\u00eds. Para efeito de compara\u00e7\u00e3o, \u00e9 como se, todos os anos, as mulheres trabalhassem cerca de 74 dias de gra\u00e7a, exercendo o mesmo cargo e as mesmas fun\u00e7\u00f5es que os funcion\u00e1rios masculinos. Segundo o relat\u00f3rio <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Global Gender Gap Report 2020<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, do Fundo Monet\u00e1rio Internacional, o Brasil ficou na 130<\/span><b>\u00aa<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> posi\u00e7\u00e3o dentre 153 pa\u00edses quando o assunto foi igualdade salarial entre homens e mulheres.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Desigualdade como regra<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Interpretar os n\u00fameros pode parecer dif\u00edcil, mas \u00e9 importante entender tamb\u00e9m o hist\u00f3rico de desigualdades que as mulheres enfrentaram. Desde o in\u00edcio da humanidade, a maioria das civiliza\u00e7\u00f5es trataram as mulheres com inferioridade. E foi assim tamb\u00e9m nas sociedades ocidentais. Desde a antiguidade, por exemplo, nas primeiras democracias, sejam a grega ou a romana, as mulheres n\u00e3o eram consideradas cidad\u00e3s. Nas idades m\u00e9dia e moderna o quadro n\u00e3o foi diferente.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cDesde as primeiras revolu\u00e7\u00f5es burguesas, seja a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, a Industrial na Inglaterra e a guerra civil americana, em que come\u00e7aram a surgir o conceito de que todos s\u00e3o iguais perante a lei, esse todos n\u00e3o inclu\u00eda as mulheres\u201d, explica Fernanda Ferreira Carvalho, mestre em Direito e professora na disciplina de Direito Processual Civil na UniBRAS Santa In\u00eas. De acordo com ela, mesmo dentro do conceito de igualdade, existia um recorte que n\u00e3o inclu\u00eda mulheres, e muitas vezes tamb\u00e9m havia recortes de ra\u00e7a, sendo considerados como cidad\u00e3os somente homens brancos e propriet\u00e1rios de terra.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Exemplificando essa exclus\u00e3o hist\u00f3rica, a professora cita o caso da revolucion\u00e1ria francesa Olympe de Gouges. Apesar das mulheres das camadas mais populares terem puxado a multid\u00e3o ensandecida da capital francesa at\u00e9 o Pal\u00e1cio de Versalhes, resid\u00eancia oficial do monarca franc\u00eas, invadindo seus aposentos e obrigando que ele assinasse a chamada \u201cDeclara\u00e7\u00e3o dos Direitos do Homem e do Cidad\u00e3o\u201d, que dava \u00e0 todos os direitos sociais e pol\u00edticos igualit\u00e1rios, as mulheres n\u00e3o foram formalmente agraciadas pela &#8220;liberdade, igualdade e fraternidade\u201d pregados como ideais do movimento.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Todos esses direitos na verdade abrangiam somente os cidad\u00e3os do sexo masculino, e as mulheres revolucion\u00e1rias foram duramente reprimidas, inclusive suas organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, e empurradas para atividades dom\u00e9sticas. Olympe de Gouges, no entanto, questionou fortemente essa incoer\u00eancia, publicando a \u201cDeclara\u00e7\u00e3o dos Direitos da Mulher e da Cidad\u00e3\u201d, um manifesto que expunha fortemente o esquecimento e desprezo da socidade em rea\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas do sexo feminino.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mesmo apesar da posi\u00e7\u00e3o social privilegiada, de Gouges n\u00e3o conseguiu levar o ativismo adiante. \u201cQuando ela exigiu da Assembleia Nacional que os mesmos direitos dos homens tamb\u00e9m deveriam se estender \u00e0s mulheres, ela foi guilhotinada\u201d, conta a professora. Para ela, essa n\u00e3o foi a \u00fanica vez que os avan\u00e7os sociais n\u00e3o reconheceram as mulheres como cidad\u00e3s, apontando que os direitos das mulheres sempre s\u00e3o reconhecidos de forma tardia.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cQuando as mulheres puderam votar no Brasil, elas precisavam de autoriza\u00e7\u00e3o dos pais ou maridos e sua solicita\u00e7\u00e3o era apreciada por um juiz, quem decidia se ela poderia mesmo votar\u201d. Assim, s\u00f3 quando a mulher provasse que era, de fato, estudada e influente, seu direito era permitido. \u201cIsso exp\u00f4s um recorte em que mulheres n\u00e3o educadas, de fam\u00edlias pobres e n\u00e3o brancas n\u00e3o tinham o direito ao voto\u201d, explica Fernanda.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esse universo em que homens e mulheres n\u00e3o compartilham de igualdade tamb\u00e9m diz respeito ao espa\u00e7o que a sociedade coloca os pap\u00e9is de g\u00eanero, de acordo com a professora Carolina Almeida, psicanalista e docente da UniBRAS\u00cdLIA Goi\u00e1s, em S\u00e3o Lu\u00eds dos Montes Belos. Trazendo o olhar de Freud, ela explica que o te\u00f3rico n\u00e3o falava em g\u00eanero, mas baseava seus estudos na sexualidade humana, que considerava complexa e n\u00e3o limitante \u00e0 anatomia do corpo. \u201cSer homem ou ser mulher \u00e9 uma constru\u00e7\u00e3o. A sociedade cria uma identidade baseada em estere\u00f3tipos\u201d, argumenta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cCom base em dualidades normativas, se eu sou mulher, de acordo com a sociedade, preciso ser o sexo fr\u00e1gil, passiva, emotiva, e honrar o homem\u201d. Por outro lado, ela explica que o homem \u00e9 visto como mais racional, mais forte. \u201cEssas identidades normativas causam uma s\u00e9rie de sofrimentos no sujeito, incluindo essa desigualdade de direitos. No caso das mulheres, \u00e9 como se, por elas passarem pela gesta\u00e7\u00e3o, fossem sin\u00f4nimos de atraso nos locais em que ocupam\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse cen\u00e1rio normativo, a solu\u00e7\u00e3o vista pela psican\u00e1lise \u00e9 evidenciar que homens e mulheres conseguem ocupar os mesmos espa\u00e7os, apesar das diferen\u00e7as anat\u00f4micas, abrindo assim eventuais fronteiras que impedem que os g\u00eaneros possam alcan\u00e7ar a equidade. \u201cPor vivermos em uma sociedade crist\u00e3, burguesa e mis\u00f3gina, a pr\u00f3pria religi\u00e3o barra essa discuss\u00e3o\u201d, conta.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO caminho pela igualdade passa por trazer um conv\u00edvio entre as pessoas, independente do g\u00eanero delas, onde todas possam n\u00e3o fundamentar suas vidas em torno de um poder central, de uma sociedade tir\u00e2nica que oprime nossos desejos, mas sim discutir e organizar espa\u00e7os de igualdade de direito e escolhas. Dessa forma, podemos estabelecer viv\u00eancias singulares e subjetivas, onde todos podem viver de acordo com suas pr\u00f3prias escolhas, n\u00e3o se submetendo \u00e0s escolhas alheias\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">(Texto: Bruno Corr\u00eaa\/ Revis\u00e3o: Maria Carolina Santana &#8211; Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do Ecossistema Bras\u00edlia Educacional)<\/span><\/i><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_image src=&#8221;http:\/\/brasiliaeducacional.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/360_F_573438895_TLXWmRGWverTggb5DGxdff9qPJxx6zzy.webp&#8221; title_text=&#8221;360_F_573438895_TLXWmRGWverTggb5DGxdff9qPJxx6zzy&#8221; align=&#8221;center&#8221; _builder_version=&#8221;4.19.0&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; module_alignment=&#8221;center&#8221; border_radii=&#8221;on|4px|4px|4px|4px&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][\/et_pb_image][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00fameros colocam em cheque vis\u00e3o de que estamos avan\u00e7ados em garantir os direitos femininos\u00a0 Parece n\u00e3o ser muito palat\u00e1vel hoje, do ponto de vista da percep\u00e7\u00e3o social majorit\u00e1ria, elencar discursos de superioridade masculina de forma aberta e irrestrita. 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Afinal, n\u00e3o s\u00e3o poucos os desafios dos jovens no mercado de trabalho.\u00a0 Al\u00e9m da falta de experi\u00eancia profissional, podemos elencar v\u00e1rios outros desafios que os jovens precisam enfrentar, como: dificuldade de elaborar curr\u00edculos; vergonha de procurar emprego; inexperi\u00eancia com networking e at\u00e9 mesmo a escolha da profiss\u00e3o que deseja seguir.\u00a0<\/span><\/p><p>\u00a0<\/p><p><strong>Para te ajudar, elencamos tr\u00eas podcasts super bacanas que falam sobre carreira e o mercado de trabalho. Confira:<\/strong><\/p><p>\u00a0<\/p><p><b><i>1 \u2013 Podcast Empregabilidade M\u00e1xima<\/i><\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (<\/span><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/show\/75Hhjupku7Q9YpzMyNmpjU\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/open.spotify.com\/show\/75Hhjupku7Q9YpzMyNmpjU<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">)<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 um podcast feito para ajudar as pessoas a conseguirem o emprego que desejam atrav\u00e9s do conhecimento de como o mercado do emprego funciona. O mundo mudou e a maneira como buscamos emprego tamb\u00e9m, e neste podcast voc\u00ea aprender\u00e1 e conhecer\u00e1 tudo aquilo que \u00e9 preciso para ser capaz de empregar-se sempre que quiser. Afinal, nenhum emprego \u00e9 para sempre.<\/span><\/p><p><b><i>2- O Desafio para a inser\u00e7\u00e3o dos jovens no mercado de trabalho<\/i><\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (<\/span><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/2IMGc0hiEfre88yDsrDMWQ\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/open.spotify.com\/episode\/2IMGc0hiEfre88yDsrDMWQ<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">)<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 um podcast que fala sobre os desafios que os jovens enfrentam para conseguir ingressar no mercado de trabalho e pode ajudar os jovens que est\u00e3o na busca por um emprego.<\/span><\/p><p><b><i>3- StartSe Podcast<\/i><\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (<\/span><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/5IpcTuKkzdifncPTS46Mkv\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/open.spotify.com\/episode\/5IpcTuKkzdifncPTS46Mkv<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">)<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Trata-se de uma plataforma de conhecimento em Neg\u00f3cios que te ajuda a aprender o que h\u00e1 de mais relevante no agora. Por aqui, voc\u00ea descobre com especialistas dos maiores polos de inova\u00e7\u00e3o do mundo quais s\u00e3o as tend\u00eancias que v\u00e3o transformar sua carreira e sua empresa.<\/span><\/p><p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[33,42],"tags":[],"class_list":["post-339932","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-dicas","category-educacao"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Mulheres: quando o assunto \u00e9 equidade, onde estamos? - Faculdade UniBRAS<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/faculdadeunibras.com.br\/santaines\/mulheres-quando-o-assunto-e-equidade-onde-estamos\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Mulheres: quando o assunto \u00e9 equidade, onde estamos? - Faculdade UniBRAS\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"N\u00fameros colocam em cheque vis\u00e3o de que estamos avan\u00e7ados em garantir os direitos femininos\u00a0 Parece n\u00e3o ser muito palat\u00e1vel hoje, do ponto de vista da percep\u00e7\u00e3o social majorit\u00e1ria, elencar discursos de superioridade masculina de forma aberta e irrestrita. 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